Livros que causam, livros com causa
29/02/2024

Jandaíra na FLIP, no Jabuti e em Brasília!

Notícia boa se comemora e se divulga!

E estas daqui são daquelas que dão mesmo orgulho em compartilhar, como indicação de que seguimos na trilha de um trabalho comprometido, na margem mais justa da História, atentos às pautas oportunas deste nosso tempo.

Antes de tudo, após a vitória histórica do presidente Lula no segundo turno -- não só opção mais viável, mas, afinal, único candidato disposto a garantir manutenção e nova dignidade ao Estado democrático brasileiro --. com muita satisfação reconhecemos, dentre os quadros indicados para compor o gabinete de transição do novo governo, autoras e autores editados pela Jandaíra.

Na equipe de Direitos Humanos, está Silvio de Almeida, advogado autor de Racismo Estrutural, referência para o estudo da questão racial no país. Dentre os escalados na área de Igualdade Racial, também figura a educadora quilombola e doutora em Sociologia Givânia Maria Silva, uma das organizadoras da coletânea de ensaios Educação quilombola: Territorialidades, saberes e as lutas por direitos. Ainda, na pasta das Mulheres, a educadora e jornalista Anielle Franco, que recentemente participou com um texto do livro A Resistência Negra ao Projeto de Exclusão Racial – Brasil 200 anos (1822-2022), organizado por Helio Santos.

Logo após a eleição, mais um presente: dois livros publicados pela Jandaíra indicados entre os finalistas da 64ª edição do Prêmio Jabuti. Em 2021, Flor de Gume, da Monique Malcher, foi premiado na categoria Contos e, desta vez, também concorremos entre os 10 finalistas com A mulher que pariu um peixe e outros contos fantásticos de Severa Rosa, da Rai Soares. Na categoria Ilustração, também ficamos entre os 5 finalistas com Contos de Cabras e Bodes e o projeto gráfico fantástico da Bruna Lubambo, com um conto disposto na horizontal e, outro, na vertical. Pensem na alegria! 

Alegria mais que completada na semana passada, ao vivo, na FLIP: após dois anos sem ocorrer presencialmente, a Festa Literária Internacional de Paraty chegou à sua vigésima edição, homenageando Maria Firmina dos Reis, primeira romancista negra brasileira, recebendo a recém laureada Nobel de Literatura Annie Ernaux... e com a presença de Allan da Rosa (de Pedagoginha, autonomia e mocambagem), Cidinha da Silva (de #Parem de nos matar e Kuami), outros dos colaboradores que engrandecem a Jandaíra. 

Mas um caso à parte foi a participação de Midria em duas mesas de debate -- abrindo a festa na quarta-feira, dia 23, na mesa Pátrios Lares, e, no sábado, 26, na mesa Palavra Livre ao lado de Lázaro Ramos. A jovem cientista social paulistana levou a poesia falada, politizada e combativa do Slam, junto com o coletivo que participa desde 2017, o Slam das Minas, da Zona Leste de São Paulo. Ela, que já escreveu A menina que nasceu sem coragora lança mais um livro, Cartas de amor para mulheres negras. 

E não é para se alegrar?! Vambora em frente!

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